Ecos do É Tudo Verdade 2010

Acabei de receber da Mônica Guimarães, produtora executiva do É Tudo Verdade, estas fotos de bastidores do festival. Vou guardar com muito carinho. A primeira é da estreia do filme. (Depois desse dia, durante semanas, quando perguntava ao Benjamim aonde ele queria passear ele invariavelmente me respondia: “no cinema”.)

E esta outra é com o caneco na mão. O troféu parece uma objetiva de cinema “desencapada”, e tem um jogo de ótica que quando se olha por cima se lê no meio da lente “É Tudo Verdade”.  Aliás, a peça criada pelo artista plástico Carlito Carvalhosa é linda.

One Response to “Ecos do É Tudo Verdade 2010”

  1. Quis dizer que a verdade é sempre “minha” verdade, “sua” verdade, “nossa” verdade, ou seja, é sempre uma verdade que exclui diversas outras num universo de representações (de verdades) possíveis, ainda quando as julgamos absurdas, infundas etc. Logo, não é a interpretação que depende da verdade, mas justamente o contrário: é a verdade que depende da interpretação.

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